Atípicamente Natal…

“Caros amigos, familiares, conhecidos e demais (possíveis) leitores,” – foi esta a fórmula inicial da minha mensagem do ano transacto e que, por considerar ser a mais ampla e apropriada, a parafraseio no início deste apontamento natalício, que costumo partilhar convosco.

Chegado o dia 24 de Dezembro, chega também a hora do balanço do ano e, por consequência, da reflexão natalícia.

2016 foi um ano que ceifou – penso ser este o vocábulo mais adequado – numerosas de vidas, imensos sonhos; foi um ano de imensas provações, pessoais e profissionais; foi um ano em que a grande maioria das situações e circunstâncias pareceram conspirar contra mim/contra nós e em que a nossa resiliência foi, constantemente, testada ao limite. Com perdas e feridas, vacilando constantemente, chegámos até aqui, com o desejo de que este, em muitos aspectos, trágico ano chegue, de uma vez por todas, ao fim.

Porém, houve momentos de esperança, momentos de sucesso, momentos de triunfo e de Fé que, embora não suplantassem a dor e mágoa, em muito contribuíram para ultrapassar os obstáculos que, teimosamente, se iam sucedendo;

Caríssimos, apesar de tudo, creio em Deus Pai, na Virgem Santa Maria, no seu Filho Jesus e no Espírito Santo; creio que, apesar de todas as adversidades, somos capazes de triunfar, diariamente, se soubermos colocar os nossos corações ao Alto; creio que, se estivermos dispostos a oferecer todos estes sacrifícios, seja através das nossas acções no trabalho, mas também fora dele, iremos conseguir crescer na Fé, na Esperança, na Caridade.

Que a Santíssima Trindade a todos abençoe e fortaleça na Fé.

Manifesto o profundo desejo de que, Jesus Cristo, habite, para sempre, nos nossos corações e nos faça (re)nascer com Ele e como Ele. Não nos esqueçamos que o Seu tempo não é o nosso; não nos esqueçamos que Jesus veio ao mundo para nos resgatar das trevas; não nos esqueçamos que o Seu Perdão, Misericórdia, Amor e são infinitos.

Muito haveria para dizer, porém, o essencial fica aqui registado…Este ano, mesmo com um elemento (fisicamente) a menos, à mesa, sinto que 2017 será o ano que 2016 não foi.

Que este 2017 seja sinónimo de princípios, de novos desafios, de momentos recheados de amor, paz, boa disposição, mas acima de tudo, d’Aqueles e com Aqueles que são, arriscaria dizer, essenciais para todos nós.

Do vosso,

Saul Vitorino

 

Data de escrita: 24/12/2016

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